São Sebastião inicia o projeto cultural “Arte por toda Parte”

A Fundação Educacional e Cultural de São Sebastião Deodato Santana (FUNDASS), em parceria com o Circo Navegador, implantou o projeto Arte por Toda Parte, que será levado para diversos bairros da cidade, com atividades teatrais e espetáculos culturais totalmente gratuitos. A programação para o mês de maio começa neste domingo (07/05), às 19h, na Praça da Alegria em Boiçucanga, Costa Sul, com a apresentação das peças “Bancicleta” e “Palhaços Quase Músicos”. No dia 13 de maio, às 16h, a escola Municipal Cynthia Cliquet na Enseada, Costa Norte, será o palco do projeto com a apresentação da peça “Quixotes”.

No dia 14, domingo, às 19h, a Praça Internacional do Surfe, em Maresias, será palco para a apresentação do “Cirquim do Serafim”. Encerrando a programação de maio, dia 21, domingo, às 20h, o Projeto Arte Por Toda Parte se apresenta na Rua da Praia com a peça “Om Co Tô? Quem Co Sô? Prom Co Vô?”

Já no mês de junho as apresentações serão feitas no bairro São Francisco, na Vila Sahy, Maresias, e na região Central, em frente à Secretaria de Cultura e Turismo (SECTUR), na Rua da Praia.

Confira as sinopses dos espetáculos:

“Om Co Tô? Quem Co Sô? Prom Co Vô?”

Num encontro inusitado o palhaço Surubim encanta a plateia com sua ingenuidade em situações de tensão, emoção, técnica e muita graça. De maneira bastante irreverente, este personagem provoca o público para uma vivência divertida e “descompromissada”, por meio das rotinas de um show circense, misturando cenas clássicas e criações próprias, equilibrando-se entre o deboche e a elegância. Os recursos utilizados no espetáculo são: o “velho e bom” jogo de Palhaço, aliado às habilidades como malabarismo e mágica Cômica. Surubim, com ajuda do palhaço Salsicha, cria confusões típicas do circo tradicional e encanta a plateia de forma poética, num misto de ingenuidade e astúcia. Duração: 55 minutos/ Classificação: Livre.

“Cirquim do Serafim”

Dois palhaços cultuam a imagem do Seu Serafim, o finado dono do circo, e perpetuam a sua presença por meio da crença de que ele ainda pode voltar. A dupla esfarrapada e faminta, porém, feliz e com um humor, ao mesmo tempo ácido e ingênuo, chega de uma longa caminhada em busca de seus sonhos, carregando na bagagem as dificuldades de uma vida de muito trabalho e poucos prazeres. Montam um cirquinho estilizado que se apresenta apenas com os contornos dos mastros, da lona, que são coloridos com fitas de cetim e pequenas lâmpadas. Eles têm a consciência que são apenas operários de montagem do circo e que nunca serão artistas. Mas na prática fazem o espetáculo sem perceber, esbanjando a simplicidade típica dos palhaços. A espera pelo Seu Serafim, o dono do circo, é o motivador dos palhaços esfomeados que vão trapaceando um ao outro em busca de passar o tempo e enganar a fome, enquanto a plateia se diverte com as trapalhadas clássicas e as soluções inusitadas para problemas inexistentes. Duração: 60 minutos/ Classificação: a partir de 4 anos.

Sinopse: “Bancicleta e os Palhaços QUASE Músicos”

Um objeto sonoro muito instigante surge antes mesmo de poder ser visto, pois o som chega primeiro. Aí então se avista de longe uma geringonça que ao ser pedalada produz música, é isso aí: uma Banda sobre uma Bicicleta, ou melhor, uma Bancicleta! Nunca ouviu falar? Simples: um veículo altamente desenvolvido, não poluente e poético. Ao pedalar instrumentos de percussão (caixa e bumbo) são acionados automaticamente e a música vai surgindo e encantando pela criatividade. E para completar os palhaços Firuliro e Linfunfiro somam melodias com escaleta, flauta doce, transversal, serrote, entre outras maluquices. Duração: 60 minutos/ Classificação: Livre

“Quixotes”

A direção de Mário Bolognesi e a dramaturgia de Andreia de Almeida trazem à cena uma dupla de atores mambembes, que chega ao espaço cênico para contar a história do cavaleiro que acreditava em poder consertar o mundo. Durante a narrativa, confundem-se as aventuras e desventuras escritas por Cervantes com a própria trajetória de artistas que são. Assim como as personagens que representam, acreditam em poder transformar o mundo. A encenação propõe uma dinâmica que envolve o espectador na trama, a partir de trechos do texto original, adaptações, construções físicas e textuais, danças brasileiras, contato-improvisação e uma musicalidade que traz à tona a brasilidade dos vários “Sanchos” e “Quixotes” que moram em nosso país. Duração: 60 minutos/ Classificação: Livre

Fonte: PMSS

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